quarta-feira, 29 de outubro de 2008

saudade.

* pareçe que os dias nao querem mais passar, como eu, eles se cançaram. Parece que nada mais quer seguir seu caminho e fazer oque foi feito pra fazer, porque como eu, eles cançaram. E o normal não mais existe, e se existe esta ai perto de ti. Mais eu estou longe, de tudo, de qualquer coisa. E aqui nada fica normal, tudo fica mudando a cada segundo, aqui nada tem a cara que tem que ter. Pareçe que meu corpo e alma nao querem mais estar longe dai e isso faz as coisas se dificultarem. E disso tudo, é só saudade, que me resta, no fundo de um copo de refrigerante sem fim. É só oque me sobra do mundo, a saudade. Inbebevél por mim, quase insuportavel me ranca o ar, me tira da atmosfera e simplismente me joga em lugares onde oxigenio nenhum existe, e lá me deixa, flutuando em inacreditavél vazio, que por tantas vezes é tudo que me rodeia. Dos caminhos que me é colocado, não vejo algum ir pra perto de ti, e os que vão, tem como proteção vidros de alta resistencia, incabravéis, como eu ja disse. É o teste final, do começo. É a regra que por unica, é cruel. É a distancia que por grande, mata. E disso tudo, oque me sobra ainda é a saudade, é a dor, é a ausencia de vida que fica se voce não esta. É tudo mais, que me tira do rosto um sorriso, e me deixa a mascara sem dentes que é meu rosto hoje. Falta me, forças agora, que já é tarde do dia, falta me voce agora que vão fazer semanas que nao te vejo, falta tudo que de longe eu vejo indo embora e nada fas voltar. Falta o dom, que por mal feito, nao deixa o texto fazer teu papel explicativo aos olhos de outras meras pessoas. Falta tudo, que se encontra no seu quarto. Roubaste, tudo que me faz seguir e jogou dentro do teu quarto. É a explicação que encontro no meio de tantas perguntas e pedras enormes de saudade, é a unica coisa que me consola, quando nada mais faz parar de fazer o chão e o ar sumir. Consola, mata, me deixa viva. Eu me encontro correndo numa eterna esteira de alta qualidade, eu corro, eu suo, eu machuco as pernas com graves e eternas lesões, e mesmo assim, te vejo longe. Vôou perente os olhos de quem nao acredita em asas. E é tudo um teste, pra ver o quão longe eu ainda consigo voar, com asas tão quebradas, e faltando tantas penas, que creio eu, se encontrar no seu quarto.

* e é tudo saudade, é só isso que ainda nao foi bloquiado pela ausencia.

* a agunia de querer gritar teu nome aos ventos, e brisas leve tal onda sonora pra qualquer lugar, principalmente a ti. É a angustia de ter coisas dentro do peito que se rejeitão a ser expostas a luz do teu olhar por vergonha ou medo, de se queimar. É querer abrir-se ao meio pra que enxergue tudo de dentro pra fora, assim como deve ser, nos bons livros de romance que existem, e como todo bom conto, voce chega na hora pra me tirar o folego e dizendo coisas que só são ditas em contos. Pegar qualquer coisa no ar e transforma-lá em palavras, e joga-las em cima de voce como seda, e que caia, e te esculpa o corpo, assim que repolsar sobre sua pele. É querer, aprender tantas palavras pra joga-las ao chão, e assim deixar pra ti a eterna trila do meu coração perdido. É tudo, que eu nao sei explicar.

* enfim, eu to com saudade.

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