*...é que cança minha imaginação te desenhar sobre meus braços, eles te protegendo e te segurando pela cintura, enquanto deitadas numa cama ou em algo macio, discutimos baixo sobre coisas bobas, ou apenas contamos nossas respirações, deixando o silencio encher nossos ouvidos.
*...é que até a mais fértio das imaginações cançam, ao ter que fazer isso toda noite antes de durmir. Como um pacote, junto com a paz que é te ter nos meus braçso, vem a angustia de te apertar e encontrar o ar gélida da noite.
*...Cansada, sem sono, ainda fecho os olhos e te enchergo por entre minhas paltebras. Entretanto, meu corpo não sente teu calor. Ah, mas que inferno.
* Te acalma guria. Deita e dorme. Acalma-te, dorme e sonha, lá nos teus sonhos, ela é tua.
* Era noite, e tu não estava com frio, pois meus braços te serviram como cobertor. Me vi refletindo no fundo dos olhos que olhavam pra mim semi-serrados, quis ali morrar. Belo espelho, o mais liso, o mais profundo, o mais azul de todos os azuis. Belos olhos aqueles. Rolam rumores, que podem ser meus.
* Olhei de baixo da minha cama e não achei a minha tão procurada moral. E agora que não a tenho, ou pelo menos não acho, me privo de falar.
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* Nós estamos ai, aprendendo, mesmo quando não percebemos, ainda sim aprendemos. Um dia acordamos e percebemos que sabemos de alguma coisa, mas olhando pra trás vemos como foi duro. Todo esse processo de aprendizado é cansativo e dói. Quando nos sentimos cansado demais pra aprender outra coisa, desobrimos que não somos nós que estamos cansado e sim todos a nossa volta que ainda nao aprendeu. Alguns aprendem menos, outros mais, outros morrem sem ter sua primeira aula. Alguns matam as aulas mais importantes, outros reprovam por falta de aproveitamento, mas todos aprendem. Tudo ao seu tempo. Um a Um.
* lei da vida: Tudo vai, Tudo volta.
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