[O maior segredo.]
Quando eu te peço um pouco é porque eu quero tudo que pode me dar
Quando eu te peço pra esquecer é porque eu quero te fazer lembrar de tudo que passou
Quando eu te digo que eu não penso é porque eu não paro de pensar
Quando eu tento me esconder é porque eu só quero te mostrar o que eu ainda sou
Esteban - Segunda feira.
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Eu fico brava, fico assim por que acho que você ainda não entendeu o que precisa entender e me sinto uma inútil que está aqui faz quase 2 anos tentando te falar a mesma coisa. Mas tudo bem, é brincadeira.
É que eu quero levar um carregador pra praia! porra! EU QUERO CONTINUAR LEVANDO O CARREGADOR PRA PRAIA!
Mesmo que ele não funcione, mesmo que ele não me queira mais, eu quero estar junto de um carregador, no meio de uma praia.
But you wont understand! You never do.
eu quero andar, eu juro que quero; mas eu quero mais ainda que você venha comigo. seja como for!
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* eu bebi saudade a semana inteira.
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* e se soubesse o que faz comigo quando fala daquele jeito, só por dó, não falaria nunca mais, por que é feio fazer alguém que está tão longe, sentir tanta saudade. Se soubesse de outras coisas... ah, você teria que saber de mais coisas.
* Queria que você entendesse, como é ser eu. Como cada ponto final me acerta feito pedra.
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* Do alto dos meus 17 anos, eu vejo essa cidade que eu ainda não aprendi a lidar.
Do alto da minha cidade, eu vejo essas pessoas que eu ainda não sei viver sem.
A saudade do alto da minha voz, me diz que é alto demais o lugar onde eu queria estar!
[re-feito]
* queria escrever mais, pra te mostrar mais, mostrar até pra mim o que anda acontecendo. Quando eu era mais nova eu vivia com um livro de baixo do braço, ele era meu diário tamanho família. Era um atlas que eu numerava por data e hora, eu dizia lá como era ser eu, acima de tudo, como eu queria que fosse tudo. Um dia eu tive que dividir esse meu diário, e tive que montar um blog porque eu queria tanto falar, falar, falar e tinha tão poucas pessoas pra me ouvir; então eu escrevi, escrevi, escrevi até que fiquei sem mais palavras e até hoje sinto essa falta de repertório que eu me vejo hoje, por achar que tudo que eu pude escrever, já está aqui em outras datas. Então eu tive outros amores, outras dores, eu mudei de cidade e fui precisando de mais espaço, de mais palavras, pensei em inventar palavras quando eu não sabia mais descrever 'amor'; pensei eu excluir minhas lembranças pra ter algo novo, mas eu lembrei que as marcas na pele não somem tão facilmente com um simples click, resolvi deixar minhas histórias; E hoje eu não tenho mais meu caderno tamanho-família, não tenho mais com quem dividi-lo, não tenho mais tantos amores e guardo um tanto de cicatrizes. Hoje eu agradeço por nunca ter excluído minha história, ter ficado com um pouco da glória... por ter saido viva, de todas as noites que eu jurei que ia morrer. E quando me perguntam o por que de tanta confusão é tão simples, que chega a ser complexo... eu sou assim, eu sempre fui assim, tem gente que gosta de mim só por que eu não acerto nunca...
Hoje eu tenho um blog! E ele tem minhas histórias.
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