sexta-feira, 2 de julho de 2010

Tanta história...

pra contar.

Eu tenho tanta história pra contar. No meio do dia passa tantas lembranças na minha cabeça que eu desejaria poder gravar ou grifar tudo aquilo que achar válido pra se lembrar mais tarde, na hora de dormir ou talvez aqui, compartilhar um pouco às vezes é bom. Eu tenho tantas opiniões pra falar, e quando eu paro e vejo algo extremamente incabível eu falo pra mim mesma o quanto eu tenho vontade de escrever isso.

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Odeio pessoas previsíveis. Sem exageros, eu odeio. Odeio olhar para meninas e antes mesmo de piscar os olhos saber de tudo o que ela é, do que gosta e como fala. Odeio pessoas que são inexplicavelmente irritantes pra mim, como se ela treinasse na casa dela, ser assim de um jeito tão bom, tão convincentemente chata. Odeio meninas iguais. Com os mesmo gostos bobos, as meninas opiniões formadas em grupo, os mesmos cabelos lisos e jogador pro lado, o mesmo assunto sobre nada que é só o que se consegue falar. Odeio meninas que só sabem beijar outros meninos e esquecem de que a fala é mais importante do que o ato sexual em uma relação, é como se tudo rodasse em torno de um só objeto... ela. Odeio pessoas que se deixam virar objetos de amostra, assim perdendo o seu valor, se é que se tem valor. Odeio odiar tantas coisas e falar.

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Odeio a saudade.

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